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Bike-family

@ SportBlog | 30/07/2010 às 10:07

Temas: [ vida ] [ foto ] [ bicicultura ] [ mobilidade ] [ bicicleta ] [ filhos ]

Há cerca de dois anos comecei a olhar para a bicicleta como um meio de transporte e não apenas como um objecto de lazer/desporto.

Rapidamente tomei conhecimento de alguns movimentos e grupos que advogam este tipo de transporte e hoje sou parte integrante dos mesmos. Hoje uso sempre que possível e divulgo os "meus feitos" com o propósito de mostrar que é possível.

Em minha casa tem havido mudanças, no que diz respeito às bicicletas.
Todos temos bicicleta e sempre que é possível anda-se de bicicleta.
A Joana aprendeu antes de fazer 6 anos, o Afonso ainda anda com rodinhas, mas estou convicto mais uns meses e aprende (talvez antes dos 5).

Eu, por trabalhar fora e "longe" de Lisboa, onde vivo, tenho alguma dificuldade em optar por este meio de transporte. Acaba por não ser muito competitivo, já que gasto pouco menos e demoro um pouco mais, face ao carro. Mesmo assim, sempre que posso vou de bicicleta.
Cerca de 7km + 15 minutos de comboio para cada lado, num total de 40 e poucos minutos de viagem (de carro faço uma média de 25 minutos). Utilizo a Gocycle, que tem motor eléctrico auxiliar. Em Lisboa farto-me de andar de bicicleta para pequenas deslocações/tarefas.

A minha mulher trabalha muito perto de casa e como no próximo ano lectivo os filhos ficam ambos perto de casa, a partir dessa altura passa a ser viável ir de bicicleta para o trabalho, pois já não há necessidade de transportar o Afonso. Cerca de 2km.
A bicicleta já foi comprada e é perfeita para ela. Está super contente com a escolha.
A partir de Setembro haverá menos um carro pelas ruas de Lisboa, sempre que houver condições aceitáveis para pedalar, claro.

A Joana já dá boas voltas de bicicleta pelas ciclovias de Lisboa. Ainda recentemente começou a ir para o Ballet (a cerca de 2km de casa) de bicicleta e até levámos uma amiga/vizinha... Adoraram e querem repetir, claro!
Mais uns meses e começa a andar também fora das ciclovias, acompanhada, claro.

Joana e amiga (e eu), de regresso a casa, depois de uma aula de Ballet.
Bike-week
Esta semana estivemos sem filhos (de férias com familiares) e aproveitámos para por mesmo em prática a opção que temos vindo a tomar. Em 4 noites, na 1ª comprámos a bicicleta (da minha mulher) e nas restantes saímos sempre de bicicleta. Os destinos variaram. Foram Cacilhas, Av. Igreja e Duque de Ávila.

O nº de bicicletas lá em casa tem variado entre as 7 e 8 bicicletas. Para optimizar mais ainda este meio de transporte, decidi fazer um abrigo no quintal da frente em vez de ter que ir à garagem à praceta de trás cada vez que pretendo usar a bicicleta. Será um projecto Do-it-yourself para depois de regressar das férias.

Agora é altura de partir para férias, no sítio do costume, Lagoa, Algarve. Três bicicletas acompanharão esta família... claro!
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Hoje é dia de Bicicletadaaaaa!

Ana @ Blog da Cenas a Pedal | 30/07/2010 às 3:30

Temas: [ Eventos ] [ activismo ] [ Bicicletada ] [ bicicultura ] [ Massa Crítica ] [ passeios ]

Peguem na bicicleta e não percam a Massa Crítica, hoje em Lisboa, Porto, Coimbra, Aveiro, Évora, Setúbal e Sines!!

Aqui em Lisboa o encontro é às 18h no topo da Praça (bom, da rotunda) do Marquês de Pombal, e a saída às 18h30. Que é mais ou menos quando começa o melhor horário para andar de bicicleta no pico do Verão. :-P

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Massa Crítica - Amanhã

@ SportBlog | 29/07/2010 às 14:53

Temas: [ Lisboa ] [ bicicultura ]

No mês passado foi assim. Um passeio com quase 100 ciclistas que começou no Marquês e terminou na Fonte Luminosa, na Alameda. Pela primeira vez levei a minha mulher.
"À minha pala" já somos 4 a participar nestas MC's. Mais alguém interessado? em mudar de vida?


Mudar de vida? Sim? Amanhã às 18h30 no Marquês de Pombal, junto ao Parque Eduardo VII.
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Cicloficina na TV, e no Seixal!

Ana @ Cicloficina | 29/07/2010 às 7:34

Temas: [ clipping ] [ notícias ] [ bicicultura ] [ Lisboa ] [ media ] [ televisão ]

A SIC contactou-nos a convidar-nos para apresentarmos o projecto da Cicloficina no programa Vida Nova. Respondemos ao repto e lá fomos nós. :-) Eu, o António e a Rosa, pegámos nas bicicletas e, pedalámos até à Estrada da Outurela, em Carnaxide. Estava um sol e um calor abrasadores, e toda a gente olhou pra nós como se fôssemos malucos por termos ido de bicicleta. Na verdade, o problema não é sair à rua de bicicleta àquela hora, com aquele calor, é sair à rua, ponto final. :-) Seria pior se tivéssemos ido a pé/de TP, ou mesmo de carro (a não ser que tivesse ar condicionado!). :-P Dadas as circunstâncias, fazia sentido termos feito um carpooling, mas assim até foi mais interessante, para testar a nossa resistência, eheheh. E depois, até pudémos deixar as biclas dentro do estúdio, à nossa espera, coisa que acho que nem os funcionários da SIC têm normalmente direito a fazer.

Bicicletas na SIC

Podem ver o vídeo da peça aqui.

Penso que faltou vincar melhor e reforçar a questão da Cicloficina como um espaço de aprendizagem, partilha de conhecimentos, empoderamento dos ciclistas. A Cicloficina não é simplesmente um “serviço de oficina grátis”, é uma oportunidade de convívio, inter-ajuda e crescimento.

A próxima sessão é dia 15 de Agosto, em Lisboa, e dia 26 no Porto. E vamos ver se o Tiago consegue repetir e tornar mais permanente a Cicloficina do Seixal (sim, no vídeo enganei-me e disse Sines, devo ter-me baralhado com a nova Massa Crítica de Sines! :-P )

Cicloficina Seixal


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Ciclista (e o turismo)

@ SportBlog | 29/07/2010 às 5:29

Temas: [ vida ] [ foto ] [ gocycle ] [ Lisboa ] [ bicicultura ] [ mobilidade ] [ bicicleta ]

Cada dia que passa sou mais ciclista. Ciclista, não pelo ciclismo (de estrada), mas em termos genéricos.
De facto, cada vez mais utilizo a bicicleta para diferentes funções. Com três bicicletas de características diferentes consigo usar este fantástico veículo para tudo e mais alguma coisa.
No lado lúdico/desportivo é o Triatlo, o BTT e o cicloturismo/ciclismo.
No lado da mobilidade é o lado prático (bike-to-work, etc) e o lado lúdico (passeios, turismo, etc).

Ontem foi dia (mais noite) de turismo. De bicicleta, claro.
Aproveitando o facto de ter os filhos de férias (ou de estar de férias dos filhos :) fomos (eu e a minha mulher) jantar fora. Onde? Ali mesmo ao lado... a Cacilhas!!

Ciclovia do Campo Grande.

A bordo do barco na travessia do Tejo (Cais do Sodré -> Cacilhas).

Já em Cacilhas, em direcção ao restaurante.

Já sentados.

Saímos de casa pelas 20h e cerca de 1h depois estávamos sentados à mesa do restaurante.

O caminho foi muito mais do que uma viagem, foi um passeio, foi turismo, foi lazer!
De carro teríamos apanhado imenso trânsito e teria sido tempo 100% perdido e quiçá stressante (devido às filas, claro!).

A noite estava perfeita para uma saída destas...

No regresso, um pouco de turismo pela baixa da cidade.
Estátuda de D. José I na renovada Praça do Comércio.
Adoro esta praça, sobretudo depois da renovação. Imponente!

Da baixa até ao Saldanha, é o pior troço para se pedalar. Como fui na Gocycle, troquei de bicicleta com a minha mulher para ela subir com o auxílio do motor. Eu pedalei na (nova) bicicleta dela, de senhora. Só me faltou o cesto à frente :D, mas pedalei em grande estilo e com bastante vigor pela Fontes Pereira de Melo a cima!!!

O que poderia ter sido uma saída para jantar vulgar, foi um verdadeiro passeio que fica para relembrar...
A Gocycle cada vez mais confirma-se como uma boa escolha. Dá para pedalar sem accionar o motor e permite ultrapassar qualquer subida/trânsito sempre que não nos apetece pedalar (por demorar mais, por ser mais perigoso devido à velocidade do tráfego, etc, etc).
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Lisboa na vertical

@ SportBlog | 28/07/2010 às 8:54

Temas: [ ciclismo ] [ bicicultura ] [ exercício ]

Mais uma vez, o Portugal na vertical demonstrou ser uma empresa de sucesso.

Desta vez não me limitei a torcer por fora. Com uma bicicleta de ciclismo por estrear, tive que arranjar forma de "participar" nesta aventura.

A partir das estimativas do Pedro Alves, percebi que a noite de sábado para domingo ia ser curta de sono e longa de pedais!
Meia hora depois de receber o SMS do Pedro, dizendo que estava na Benedita (Alcobaça), um pouco antes da 5h da manhã iniciei a minha própria aventura!
Bem equipado com luzes e material reflector, lá saí em direcção aos amigos Pedro e Albano, os dois aventureiros das longas pedaladas do cicloturismo audaz (Audax).

O meu maior receio era o trânsito da nacional 1o em noite de Sábado para Domingo. Sai em direcção aos Olivais, via Av. Brasil, Aeroporto e Av. Berlim. Uma vez na nacional 10, apercebi-me que o trânsito não ia ser problema. Um carro de vez em quando e quase sempre ultrapassando-me com segurança (para mim).
O objectivo mais ambicioso era chegar a Chegança(achei piada à expressão) a cerca de 45km de distância, e de lá até ao Cais do Sodré com os audazes... Decidi pedalar sem pressa, sem desgaste. Cheguei a Vila Franca de Xira com o primeiros raios de sol e com despertar de um ou outro galo. :)
Cerca de 29km e média de 25km e pouco por hora e VFX ficava para trás (depois de uma tortuosa calçada!!!).
A partir de aqui começaram a aparecer mais ciclistas, mas só à entrada de Alenquer avistei os dois magníficos. Estavam precisamente a parar junto de um amigo que ia acompanhar de mota o resto (?) do percurso e a filmar em tudo o que era ângulo favorável à reportagem. O video promete!


Uma breve paragem e toca a andar, porque este meninos estavam ali para andar e não para descansar. :)
Outro receio que tinha era não aguentar a pedalada do Portugal na Vertical. Mesmo sendo de mais de 600km, eu estou a anos-luz destes atletas... Também este receio ficou para trás e desde logo percebi que não ia atrasar a caravana. Ora na roda, ora na frente, ora a dar uns dedos de conversa, seguimos em bom ritmo para Lisboa.

Já no parque das nações juntou-se a nós um mais um amigo do PnV e pouco depois apareceu a Filomena. Parámos num Hotel onde seria caorimbado o controle de Lisboa. Alguns momentos para fotos e voltámos a pedalar, agora sim, até ao Cais do Sodré.
Pelas 8h da manhã chegámos à estação fluvial do Cais do Sodré. Passado uns 15 minutos despedi-me e segui para casa, agora em ritmo urbano, mais calmo.
94km e 4h depois estava em casa. Detalhes aqui (o cardio está errado, já que não levei medidor).
Depois de um banho e de outro pequeno almoço, foi no Guincho que retemperei :)


Os nossos amigos continuaram a aventura. Sei ainda pouco. Sei que acabou bem e que apanharam 47! graus no Alentejo. Realmente o dia esteve mau para tanto esforço...
Parabéns aos dois!
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Cicloficina no Porto – Julho 2010

mouradesousa @ Cicloficina | 27/07/2010 às 8:11

Temas: [ Porto ] [ bicicultura ] [ relatos ] [ sessões fixas ] [ vídeos ] [ Casa Viva ] [ 2010 ] [ Julho ]

Esta cicloficina foi bastante movimentada, reparamos dois furos, afinamos travões de uma bicicleta, prendemos um “porta-couves”, foram elaboradas estratégias para transporte de biclas em comboio e ainda foram afinados uns selins.
O Hugo fez este video que mostra o ambiente que se vivia (estavam bandas a ensaiar lá em cima eheh)
Link

Até Agosto! :)

Sérgio


Filed under: bicicultura, Porto, relatos, sessões fixas Tagged: 2010, Casa Viva, Julho, Porto, relatos, vídeos
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Capacetes e burkas

Gonças @ MA FYN BACH | 27/07/2010 às 4:28

Temas: [ helmet hysteria ] [ bicicultura ]

O British Medical Journal, publicação de renome na área da medicina consegue ter uma visão contrária à mainstream actual que é a da especialização e estuda a questão da (não) utilização do capacete de uma forma holística, confirmando que (os negritos são meus):

"The statistical wrangle over the effectiveness of helmets is actually a side issue; what we need people in authority to understand is that cycle helmets inevitably damage public health. Even for cyclists on Britain's roads, the health benefits exceed the risks by a factor of 20. The health benefits of cycling are so great---and the health injuries from driving so great---that not cycling is really dangerous. By telling people that they need helmets for an activity that for a century has been regarded as "safe"---and in fact has a fine safety record---you inevitably engender the impression that cycling must have become more dangerous than driving and walking. That deters cycling. That reduces cyclists' presence on the roads. That increases the risk of death. And if wild claims about helmets saving lives are published in the media, helmet users are bound to feel overly secure, thus compromising their one vital safety feature---a sense of caution. In addition, over time most people--- and especially parents---will come to believe that it is wearing a helmet that matters, not acquiring skilful technique. These effects have been noted in every country where helmets have come into general use, including the United Kingdom. Millions will die early because they did not cycle. "

O problema na sociedade actual é a de acreditar que são os capacetes, os cintos, os airbags que são importantes para a segurança, não o conduzir devagar, com precaução, sem atender telefones, etc..

O estudo está aqui (tem de se registar)




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Ladrões! :(

Sérgio Moura @ De Bicicleta no Porto | 19/07/2010 às 14:23

Temas: [ bicicultura ] [ roubo ] [ ladrões ] [ fixed ]


Bom,

bem sei que mais dia menos dia acabaria por acontecer, mas nunca ficamos contentes quando chegamos ao sitio onde prendemos a nossa bicicleta e ela já lá não está .. :(

Aconteceu-me sabado passado na baixa do Porto, e como se trata de uma bicicleta mais fora do comum deixo aqui umas fotos para que se a virem me avisem por favor:

É uma fixed montada num quadro Bianchi de estrada dos anos 80..
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Bicla Volkswagen ? Nem por isso...

Sérgio Moura @ De Bicicleta no Porto | 17/07/2010 às 12:13

Temas: [ electricas ] [ bicicultura ] [ ginásios ] [ sociedade ]



De vez em quando algumas marcas bem conhecidas de automóveis costumam comercializar bicicletas em seu nome, umas vezes por carolice, outras por ficar bem no "stand", e ainda outras por motivos de micro-mobilidade (palavra inventada por estes senhores da VW).

O problema desta que falo aqui começa pela, imagine-se, ausência de pedais!
É assumido que os senhores condutores não se querem cansar, pois para o ser humano actual qualquer tipo de exercício físico que não seja feito num ginásio (socialmente aceite e de preferência com mensalidade cara), é algo degradante e causador de má imagem.
Assim sendo retiram-se os pedais e coloca-se um belo motor eléctrico movido a baterias recarregáveis.

O único ponto positivo que aqui vejo é que os potenciais utilizadores (que presumo não venham a ser muitos) ganhem o gosto pela mobilidade leve e de duas rodas, passando num futuro próximo a experimentar bicicletas (a sério) nas suas deslocações diárias.
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