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Dicas para Melhor Formatar os Posts
De forma aos posts de cada blogue ficarem bem apresentados no planeta, é conveniente que estes estejam bem alinhados e estilizados. Estilos que usem classes particulares a cada blogue não ficarão estilizados tal e qual estão nesses blogues.
É conveniente redimensionar as imagens que ilustrem os posts de forma a não ser necessário redimensioná-las com estilos CSS e também ajuda a poupar largura de banda e espaço na cache do planeta.
Também é aconselhável que se existirem imagens que estejam alinhadas ao lado dos parágrafos, o conteúdo dos parágrafos seja suficiente para ocupar o espaço vertical da imagem. Desta forma o post não fica com espaço em branco desnecessário.
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Sobre o Planeta BiciCultura
O Planeta BiciCultura pretende ser um agregador de blogues em Português, sobre a cultura da bicicleta e com bicicleta. O seu foco é na bicicleta como veículo utilitário de transporte, diversão e lazer, excluindo virtualmente a vertente desportiva (embora não seja um tabu), e como tal, aceita as contribuições de bloggers que façam parte dela, usando eles próprios a bicicleta como meio de transporte mais ou menos regular.
O objectivo do Planeta BiciCultura é ser uma janela para a actualidade, daí que não pretenda ser um arquivo dos posts de cada blogue. Se pretender consultar posts mais antigos dos que são aqui apresentados, navegue nos arquivos de cada blogue. Consulte a lista dos blogues agregados em Blogues no menu.
Para fazer parte do Planeta Bicicultura, envie-nos um e-mail com o endereço do blogue e do respectivo feed (pré-requisito técnico à agregação).
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Disclaimer
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- O Planeta BiciCultura é um canal de comunicação passivo por não existir controlo entre o que é publicado. Por isto, qualquer coima ou sanção que não se traduza em direito de resposta, retracção ou remoção de conteúdos, será suportada pelo autor do conteúdo que originou a acção legal.
- Este texto foi adaptado com autorização a partir do disclaimer do Planet Geek.
MA FYN BACH | 2 Jul 2009 | 6:38 am EDT
Temas:
[ commuting ] [ promoção bicicleta ] [ bicicultura ]
Passemos da segurança passiva (a questão das protecções) para a segurança activa: aquela que nos pode proteger, evitando o acidente, evitando termos que usar os meios passivos de segurança.
AQUI têm 1 powerpoint porreiro que ensina as diferenças entre pedalarmos integrados no trânsito (fazermos parte dele) e pedalarmos
separados (encostados à berma) e pedalarmos completamente segregados (ciclovias).
Esta questão é fundamental: usufruirmos do espaço que nos pertence, partilhar a via apenas quando seguro (evitar razias). Isto são tudo questões que passam ao lado da maioria das pessoas, que
normalmente dizem não pedalar por não existirem ciclovias! As vias são as estradas, e estas têm de ser cicláveis.
Passem pelo
fórum da ciclo-via.org para colocar questões, as vossas opiniões, encontrar pessoal com o mesmo gosto por biclas e combinar uma saída!
Vemo-nos por lá.
Abraço
A bicicleta é um meio de transporte e eu "Vou de Bicicleta" para todo o lado » bicicultura | 2 Jul 2009 | 4:16 am EDT
Temas:
[ Bicicleta... ] [ Filmes ] [ bicicultura ]
Um pequeno filme feito por CyclistLorax, que ajuda a perceber como nos devemos posicionar no trânsito em diversas situações.
Uma pequena chamada de atenção para o facto de nos EUA ser legal prosseguir com o sinal vermelho quando se pretende virar à direita; cá, quando o sinal está vermelho, não podemos prosseguir!
A bicicleta é um meio de transporte e eu "Vou de Bicicleta" para todo o lado » bicicultura | 1 Jul 2009 | 10:47 am EDT
Temas:
[ Ambiente ] [ Bicicleta... ] [ Grande Lisboa ] [ bicicultura ]
No seguimento do comunicado que eu divulgo em Cidades para as pessoas, a FPCUB está a promover um debate sobre a mobilidade.
Infelizmente este género de debates são realizados dentro do horário de trabalho pelo que eu não poderei lá ir, mas de qualquer modo aqui deixo para conhecimento d’ «os cidadãos interessados,
outras associações da sociedade civil, autarcas, operadores de transporte e comerciantes» que estejam interessados em trocar ideias «sobre os benefícios de uma cidade diversificada, mais
moderna e cosmopolita onde todos os modos de transporte coabitem em segurança.»
MA FYN BACH | 1 Jul 2009 | 8:23 am EDT
Temas:
[ touring ] [ viajar bicicleta ] [ bicicultura ] [ cicloturismo ] [ gugas ]
Mais uma viagem feita de Timberlina. Desta vez fiz a costa Alentejana e Vicentina, percurso já sobejamente conhecido quer de veículo motorizado quer de bicicleta, mas com um cheirinho extra de
desafio: levei o Gugas com 4 anos e meio comigo.
Foi uma semanita de férias em total autonomia que correu muito bem.
Eis o percurso e o relato dividido por dias:
Visualizar Touring:
Setúbal - Olhão com Gugas em um mapa maior
Dia 1
Dia 2
Dia 3
Dia 4
Dia 5
Dia 6
MA FYN BACH | 1 Jul 2009 | 7:10 am EDT
Temas:
[ commuting ] [ acessórios bicicleta ] [ bike lifestyle ] [ bicicultura ] [ inverno ]
Chegaram os
Drybikes que encomendei. Não vieram a tempo da viagem, mas não faz mal. A ideia é utilizá-lo no dia-a-dia. O Drybike é um produto muito simples que
permite prender um chapéu de chuva à bicla.
Prendi-o ao guiador. Vejam na sequência abaixo como funciona:

Simples e prático para pedalar à chuva...pois andar de bicla e segurar um chapéu de chuva até para um Holandês tem o seu quê de dificuldade!
MA FYN BACH | 1 Jul 2009 | 7:00 am EDT
Temas:
[ bike advocacy ] [ bike-friendly city ] [ bicicultura ] [ estacionamento de bicicleta ]
A Câmara Municipal do Seixal por intermédio do Grupo de Mobilidade Sustentável, distribuiu uma série de estacionamentos para bicicletas pelos principais centros urbanos do Concelho. São
porreiros: em forma de "U" invertidos e bem sinalizados. Permite prender bem a(s) roda(s) e o quadro. Falta georeferencia-los a todos e colocar num mapa...
Em frente às finanças, PSP, CGD e Divisão Administrativa do urbanismo:
(ficou muito apertada a entrada nas finanças e demasiado junto da paragem...)
(Permite colocar um cadeado em "U" no quadro sem dificuldade)

A Ford Transit também quer usufruir do estacionamento :os
Isto durante as festas parece valer tudo!
Blog da Cenas a Pedal | 1 Jul 2009 | 5:53 am EDT
Temas:
[ Exemplos ] [ Mobilidade ] [ Políticas ] [ bicicultura ] [ política ]
Medir, registar, avaliar o impacto de qualquer medida ou projecto é essencial para poder definir estratégias políticas e económicas eficientes e eficazes. Cá em Portugal não é muito habitual
fazer-se isso.
O Reino Unido está a investir em grande, a um nível sem precedentes na mobilidade em bicicleta. E uma equipa de
investigadores vai avaliar o impacto dos montantes investidos e dos programas implementados.
Gostava de ver algo similar cá, quer em investimento quer em preocupação genuína no sucesso das medidas, programas e obras implementadas. Ver que efeito têm as ciclovias, as BUGAS, BICAS e
afins, e… bom, não há mais nada, ou há?
A ideia que passa é que as coisas feitas cá são
inconsequentes, para encher chouriços ou para inglês ver, de fachada. É uma tristeza e envergonha-me, como cidadã portuguesa, e desilude-me e frustra-me, como ciclista portuguesa.
b a n a n a l o g i c | 29 Jun 2009 | 6:21 pm EDT
Temas:
[ empreendedorismo ] [ mobilidade ] [ política ] [ serviços ] [ bicicultura ] [ multimodalidade ] [ projectos ] [ transportes públicos ]
Chateia-me solenemente não poder viajar de bicicleta pelo país em regime de co-modalidade com o comboio. Parece-me uma combinação perfeita mas a CP parece viver na Idade das
Trevas e não consegue ver o potencial da coisa. Por isso há que fazer lobby para que esse potencial seja percebido e explorado, servindo assim os ciclistas, um grupo actualmente desprezado nas
ligações de longo curso, e apenas tolerado nas urbanas.
Ora, para fazer lobby temos que saber do que raio estamos a falar, pelo que a compilação do estado actual de coisas deverá ser, a meu ver o primeiro passo. Como tal, perdi umas horas valentes a
dar o pontapé de saída disto:
Velocípedes e a Multimodalidade em Portugal
Não respeita apenas às bicicletas & comboios, mas tem a ambição de incluir todos os meios e operadores de transporte (epá, se é pra fazer, aim for great! :-P). Comecei com a CP.
Convido quem tenha experiência com outros meios de transporte e operadores, nomeadamente de outras zonas do país que não Lisboa, a contribuir para o projecto. Funciona num wiki, aberto, não
requer sequer
registo. É só editar.
Penso que esta compilação poderá constituir-se um recurso em si mesma (muitas vezes as pessoas não sabem quais as condições que se aplicam ou onde procurar essa info), mas poderá ser uma óptima
base de trabalho de actuais e futuras campanhas de advocacy na área, permitindo detectar os inconsistências e descontinuidades nas redes, as boas práticas, etc, etc, e definir melhor as
prioridades e o modo de acção.
Blog da Cenas a Pedal | 29 Jun 2009 | 12:06 pm EDT
Temas:
[ Infraestruturas e urbanismo ] [ Leis e Códigos ] [ Segurança ] [ Videos ] [ bicicultura ] [ ciclovias ] [ sharrows ]
Uma sharrow pintada de verde, nos EUA:
[Via]
Não é ideal, porque pode passar a mensagem de onde não há sharrow não há ciclistas ou estes têm menos direitos, contudo, parece-me mil vezes melhor que os corredores para bicicletas
(vulgo ciclovias na faixa de rodagem) tantas vezes advogados e tantas vezes mal implementados (embora seja sempre difícil implementar bem um conceito mau à partida).
Um corredor para bicicletas costuma ter uma largura variável, geralmente não dá para mais do que a largura de uma bicicleta (até menos!!), e o ciclista é obrigado (em Portugal,
pelo nosso CE, sempre que estiver sinalizado com aquele sinal circular azul) a circular dentro dos limites do mesmo. Geralmente os carros na via imediatamente à esquerda passam bastante perto e
depressa devido à pouca largura das vias, e a bicicleta circular também bastante perto do passeio e dos peões que lá circulam.
Uma sharrow não limita os direitos dos ciclistas ao usar uma via de trânsito normal, permitindo-lhes posicionarem correctamente na estrada (para verem, serem vistos, conseguirem comunicar e darem margem para erros) apenas lembra
aos restantes utentes das vias que os ciclistas tambéms as usam, têm direito a elas, e que é aquela posição na estrada que devem tomar (ou que podem tomar) - muitas vezes são os próprios
ciclistas que não a ocupam por ignorância, medo ou falta de confiança.
O problema de implementar este conceito cá é o da regulamentação actual, o CE não prevê coisas destas, e não sei o que existe em termos de regulamentação a nível municipal ou nacional dos
requisitos técnicos das vias para velocípedes…